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Têm coisas que a tecnologia não substitui. Foto: Divulgação. |
Eu, Robô e Eu, Atrasada. O filme é de 2004 e só consegui assisti-lo todo esse fim de semana. Sim, já tinha começado a ver por três vezes, mas, por diversos motivos, nunca passava da primeira meia hora. E eu tinha curiosidade porque li em algum lugar que era um filme ruim. Não achei. Não é tudo, aquele que quando termina a gente diz "que filme!", mas tem o seu valor.
O que me chamou mais a atenção foi o AllStar de Spooner, personagem de Will Smith. Claro que não chamou mais atenção do que as cenas dele sem camisa ou só de cueca... Porém, é interessante observar que não é apenas uma propaganda da marca considerada "retrô" em 2032, época em que se passa o filme. AllStar já é consagrado hoje e há muito tempo. Aparece em mais de uma cena e os personagens fazem comentários sobre ele.
A avó e o chefe de Spoon percebem a "estrela" e ele sofre ao ver o tênis sujo depois do acidente. Há quem diga que "AllStar bom é AllStar sujo", mas acho que é brasileirismo, porque Spoon pareceu bem preocupado com a limpeza.
Isso faz sentido porque o detetive é claramente contra os robôs. Desse modo, tudo o que é básico e sem tecnologia combina com ele. O tênis na trama é mais que acessório. É conceito. Assim como AllStar é mais que um tênis, é uma definição de estilo. Mesmo que quem o use não tenha estilo, agrega valor.
Mesmo que todo mundo já tenha visto, recomendo.

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